Tudo começou na criação! Vemos que todas as coisas que foram feitas tinham um objetivo maior, e aos homens foi designado ver a grandeza e a majestade divina sobre todas as coisas.
A natureza é a revelação de Deus aos homens para que o nome do Senhor seja glorificado e exaltado e que em todas as coisas vejamos o quanto é poderoso o Deus, a quem servimos. Natureza é um meio educacional, Gênesis 1:1 é o princípio de todas as coisas incluindo a educação.
O Deus educador continuou a agir quando colocou uma restrição no comportamento de Adão e Eva no jardim do Éden. Sabemos pela Palavra, que o homem pecou, desobedeceu aos primeiros ensinos do próprio Deus e depois da queda os ensinamentos vieram a ser mais acentuados, ressaltando que havia um “reforço” das coisas que eram ensinadas. Adão e Eva receberam bem de perto este “reforço”, recebendo como, conseqüência, a expulsão do jardim (Gênesis 1 a 4).
Ao homem foi ensinado que em fadigas obteria o sustento durante a vida; à mulher que seriam aumentados os sofrimentos da gravidez, “em meio de dores darás à luz filhos; o teu desejo será para o teu marido, e ele te governará” (Gênesis 3: 16); e à serpente, que esta seria maldita entre todos os animais selváticos. A terra também sofreu com a queda: ela produziria cardos e abrolhos.
Onde estaria a educação cristã nesta história real? Educar é levar a transformação, maturidade e conseqüentemente obter um fim proveitoso. O Senhor, em toda a Sua sabedoria, e soberano como é, sabia que em todas estas coisas havia um fim maior, que da descendência de Adão e Eva viria Aquele que feriria a cabeça da serpente. Já no começo da história da humanidade Deus nos educa de uma forma tão eficaz que até hoje este ensino não foi desvalorizado, pelo contrário, desde os tempos passados compreendemos que só através de Jesus Cristo obtemos a salvação.
Adão e Eva tiveram o privilégio de receber a educação diretamente de Deus e hoje temos o privilégio de receber as Suas instruções através de Sua Palavra, a Bíblia. Deus comunicou a Sua Palavra ao homem, o homem guiado por Deus escreveu a Palavra e agora criativamente o homem comunica a Palavra a outro homem para que ele possa se voltar a Deus que primeiramente nos deu a Sua Palavra.
Então, por que ensinar? Vemos em primeiro lugar que Deus é o grande educador que proporcionou os métodos coerentes e eficazes para que possamos ser também educadores.
Em Mateus 28: 19 e 20 vemos que o ensino é uma ordem, “fazei”, e que devemos ensinar a guardar todas as cousas que o próprio Deus nos ordenou. Além de ser uma ordem divina, vemos também em I Coríntios 3:9 que “somos cooperadores” e que temos uma responsabilidade no Reino de Deus, de sermos anunciadores da Palavra até que venha o Filho de Deus.
Contudo, devemos educar para que haja o aperfeiçoamento dos cristãos para o desempenho do serviço no Corpo de Cristo. A educação resulta em ação (Efésios 4:12 e 13). A educação cristã é um dever, pois leva o indivíduo a um confronto com a verdade, “escolhei, hoje, a quem sirvais: se aos deuses a quem serviram vossos pais (...) Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Josué 24:15), e quem o faz o faz com amor, “pois o amor de Cristo nos constrange” (II Coríntios 5:14).
Por que educar? Porque o nosso objetivo é levar pessoas à maturidade cristã, à obediência a Cristo, a servi-lo e glorificá-lo para todo o sempre.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Por que educar?
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Educar, eu? Mas não sou professor...
A quem compete o “papel de educar”? Será que essa responsabilidade é somente dos professores que encontramos dentro das salas de aula? Questionamentos são levantados na tentativa de saber a quem realmente compete essa missão. E sendo que no início do ano grande parte da população volta às salas de aula, é um ótimo momento de repensarmos o que é educação e a quem é incumbido esse papel, se as igrejas, os cristãos, também fazem parte desse processo ou é somente destinado aos espaços escolares, aos profissionais chamados professores.
Primeiros, entendamos que educar é um meio criativo e responsável, que abrange o homem como um todo, em todos os seus aspectos. Com a educação, adquirem-se hábitos e atitudes que provêm de um processo. Ou seja, educação é o processo pelo qual há o desenvolvimento e a formação da vida como um todo do indivíduo: seu caráter, sua personalidade, seu modo de se comportar, seu modo de ser em geral. Sendo que educação está inteiramente ligada a aprendizagem, que é um processo contínuo e não apenas um depósito. O indivíduo adquire o conhecimento, usa-o e vê-se o seu efeito no seu comportamento.
Lembremo-nos de que os princípios educacionais se fundem em uma verdade: que a educação é realizada mesmo que não haja a presença de professores diplomados, basta haver pessoas, ou seja, todos nós somos educadores. Sendo assim, necessita-se haver a compreensão das responsabilidades de se viver em sociedade sendo educadores como somos, mesmo que não saibamos.
Quando nos delimitamos educação ao meio cristão, observa-se que os princípios educacionais não são os nossos, que a “Secretaria de Educação” não é terrena e os alvos atingidos vão além da mera transmissão do saber, mas objetivam a transformação de vidas. Para isso, possuímos um Modelo Maior que é a Trindade Santa, e um exemplo vivo que é o Supremo Mestre em Educação, que é Jesus Cristo. Dele podemos destacar preciosas lições de vida e em tudo seguir os seus passos.
Jesus se fez carne, pois tinha uma missão a ser cumprida que fôra designada pelo próprio Pai. Em todas as coisas Ele foi perfeito e cumpriu cabalmente a sua missão. Seu ensino era eficaz e transformador, Jesus não precisava de grandes multidões ou apenas de uma pequena classe para educar, Ele não tinha púlpito, Ele possuía uma missão.
Nos seus relacionamentos com os discípulos, com os pecadores, com os judeus, enfim, com todos os que estavam ao seu redor, de uma forma indizível, Jesus não possuía uma escola secular, e sim, uma escola de vida onde conceitos eram transformados e pessoas eram valorizadas. Assim como a língua materna que não se restringe em saber ler e escrever, e sim, em descobrir o sentido das letras.
Jesus não ficou limitado a somente um tipo de exposição da mensagem, Ele tinha estratégias e sua sapiência o fazia dizer palavras certas em horas certas com pessoas certas ou até mesmo nada dizia, pois seu silêncio era altamente didático.
Jesus, sim, é o Modelo a ser seguido, por nós, educadores. Precisamos ter a mente de Cristo e para que isso aconteça é necessária a transformação de nosso coração, a renovação da nossa mente e não podemos limitar o poder transformador do Espírito Santo em nossas vidas.
Entendemos então, que educação é responsabilidade de todos os cristãos, e que a nossa missão é levar o “educando” ao aperfeiçoamento moral e intelectual rumo à maturidade espiritual, assim, como Cristo, nosso exemplo maior, fez. Quem é educador deve estar inteirado com a realidade que é estar disposto a servir ao corpo de Cristo por meio do ensino, por meio de sua vida, por meio de seu exemplo.
Como está escrito em Sua Palavra que “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho de seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus” (Efésios 4:13 e 14). Está claro nas Santas Escrituras qual é vontade do nosso Deus ao que se diz respeito à educação cristã, Ele deseja o aperfeiçoamento dos santos e o que devemos alcançar é a maturidade que está no pleno conhecimento do Filho de Deus, que é o próprio Jesus Cristo.
Cristo é o que deve ser ensinado e vivido quando pensamos em educação cristã, pois é Ele quem deve habitar em nossos corações e nEle devemos estar arraigados e alicerçados em amor (Efésios 3:17). Aprender a viver Cristo em nossa vida e verdadeiramente ser filho de Deus e resplandecer Cristo em nosso dia a dia.
O foco do ministério educacional dentro do corpo de Cristo é servir utilizando o ensino como peça fundamental de um “quebra-cabeça”. O propósito que é atingirmos a conclusão deste “quebra-cabeça” é andar como Cristo andou, fazer o que Ele fez e o que Ele requer que nós façamos também (I João 2:6), pois se nós permanecemos nEle devemos procurar ser como Ele é, para que a cada dia sejamos mais e mais semelhantes a Ele, isto é educação cristã.
É necessário que vivamos como educadores cristãos, mais que isso, homens e mulheres que sejam ilustrações vivas da graça de Deus, de “parábolas” reais reconhecidas pelos homens, de pessoas que não somente falem, mas vivam. Pessoas que saibam estender as mãos, que ultrapassem as barreiras das diferenças étnicas, sociais, que se revistam de humildade e pratiquem o amor, fazendo da educação um estilo de vida segundo Jesus.
Aline Priscila Duarte Saldanha Rodrigues
Primeiros, entendamos que educar é um meio criativo e responsável, que abrange o homem como um todo, em todos os seus aspectos. Com a educação, adquirem-se hábitos e atitudes que provêm de um processo. Ou seja, educação é o processo pelo qual há o desenvolvimento e a formação da vida como um todo do indivíduo: seu caráter, sua personalidade, seu modo de se comportar, seu modo de ser em geral. Sendo que educação está inteiramente ligada a aprendizagem, que é um processo contínuo e não apenas um depósito. O indivíduo adquire o conhecimento, usa-o e vê-se o seu efeito no seu comportamento.
Lembremo-nos de que os princípios educacionais se fundem em uma verdade: que a educação é realizada mesmo que não haja a presença de professores diplomados, basta haver pessoas, ou seja, todos nós somos educadores. Sendo assim, necessita-se haver a compreensão das responsabilidades de se viver em sociedade sendo educadores como somos, mesmo que não saibamos.
Quando nos delimitamos educação ao meio cristão, observa-se que os princípios educacionais não são os nossos, que a “Secretaria de Educação” não é terrena e os alvos atingidos vão além da mera transmissão do saber, mas objetivam a transformação de vidas. Para isso, possuímos um Modelo Maior que é a Trindade Santa, e um exemplo vivo que é o Supremo Mestre em Educação, que é Jesus Cristo. Dele podemos destacar preciosas lições de vida e em tudo seguir os seus passos.
Jesus se fez carne, pois tinha uma missão a ser cumprida que fôra designada pelo próprio Pai. Em todas as coisas Ele foi perfeito e cumpriu cabalmente a sua missão. Seu ensino era eficaz e transformador, Jesus não precisava de grandes multidões ou apenas de uma pequena classe para educar, Ele não tinha púlpito, Ele possuía uma missão.
Nos seus relacionamentos com os discípulos, com os pecadores, com os judeus, enfim, com todos os que estavam ao seu redor, de uma forma indizível, Jesus não possuía uma escola secular, e sim, uma escola de vida onde conceitos eram transformados e pessoas eram valorizadas. Assim como a língua materna que não se restringe em saber ler e escrever, e sim, em descobrir o sentido das letras.
Jesus não ficou limitado a somente um tipo de exposição da mensagem, Ele tinha estratégias e sua sapiência o fazia dizer palavras certas em horas certas com pessoas certas ou até mesmo nada dizia, pois seu silêncio era altamente didático.
Jesus, sim, é o Modelo a ser seguido, por nós, educadores. Precisamos ter a mente de Cristo e para que isso aconteça é necessária a transformação de nosso coração, a renovação da nossa mente e não podemos limitar o poder transformador do Espírito Santo em nossas vidas.
Entendemos então, que educação é responsabilidade de todos os cristãos, e que a nossa missão é levar o “educando” ao aperfeiçoamento moral e intelectual rumo à maturidade espiritual, assim, como Cristo, nosso exemplo maior, fez. Quem é educador deve estar inteirado com a realidade que é estar disposto a servir ao corpo de Cristo por meio do ensino, por meio de sua vida, por meio de seu exemplo.
Como está escrito em Sua Palavra que “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho de seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus” (Efésios 4:13 e 14). Está claro nas Santas Escrituras qual é vontade do nosso Deus ao que se diz respeito à educação cristã, Ele deseja o aperfeiçoamento dos santos e o que devemos alcançar é a maturidade que está no pleno conhecimento do Filho de Deus, que é o próprio Jesus Cristo.
Cristo é o que deve ser ensinado e vivido quando pensamos em educação cristã, pois é Ele quem deve habitar em nossos corações e nEle devemos estar arraigados e alicerçados em amor (Efésios 3:17). Aprender a viver Cristo em nossa vida e verdadeiramente ser filho de Deus e resplandecer Cristo em nosso dia a dia.
O foco do ministério educacional dentro do corpo de Cristo é servir utilizando o ensino como peça fundamental de um “quebra-cabeça”. O propósito que é atingirmos a conclusão deste “quebra-cabeça” é andar como Cristo andou, fazer o que Ele fez e o que Ele requer que nós façamos também (I João 2:6), pois se nós permanecemos nEle devemos procurar ser como Ele é, para que a cada dia sejamos mais e mais semelhantes a Ele, isto é educação cristã.
É necessário que vivamos como educadores cristãos, mais que isso, homens e mulheres que sejam ilustrações vivas da graça de Deus, de “parábolas” reais reconhecidas pelos homens, de pessoas que não somente falem, mas vivam. Pessoas que saibam estender as mãos, que ultrapassem as barreiras das diferenças étnicas, sociais, que se revistam de humildade e pratiquem o amor, fazendo da educação um estilo de vida segundo Jesus.
Aline Priscila Duarte Saldanha Rodrigues
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